segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

For Tomorrows . . .

Tristeza, buraco no peito que pesa os pulmões e enfraquece o coração.
Incerteza que caminha rápido à lugar nenhum, e leva no vácuo os desesperançados.
A esperança é para quem não pára, ricos serão os pacientes merecedores que sabem esperar, esperançar.
Felicidade, simples artefato dos bobos que gostam de serem felizes por nada, tudo, tudo que falta de alegria nos sorrisos caídos das tristezas tolas dos palhaços sem maquiagem.
Que a agonia incessante da espera seja menor do que as lágrimas alegres dos recompensados pelo tempo de paciência, que os amanhas floridos justifiquem o desespero incerto da dúvida e do medo.
Que os belos sorrisos que eu sempre conheci nunca abandonem os rostos de quem cabe no amor torto deste coração descompassado.
Sejam as linhas tortas da loucura divina de um maluco que eternizem as promessas nunca ditas pelo calor do hálito de todos os alguens com sangue quente corrente nas veias sadias de suas memórias.

2 comentários:

Mil disse...

eeeta pengas, foi tu q escreveu isso ?
parece da segunda geração romantica
parei...sou o unico q n sabe escrever algo poetico q tem um blog (sou um bobo feliz)

Child of Mind disse...

A espera nos faz pacientes e o tempo, velhos.

Ps: bunnito o q voc falo, devia escreve.